Surrogacy: choice, market, or solution? [EN/PT]

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Surrogacy is one of those topics that always sparks debate, right? Some people think it’s amazing, a wonderful way to help those who can’t have children. Others turn up their noses, seeing it as a cold, emotionless business. And then there’s me, looking at it and thinking, “My God, I don’t even want to get pregnant for myself, let alone for someone else!” HAHAHAHAHA.

The idea of carrying a child for nine months already seems like an experience I, honestly, never wanted to go through. It’s not about fear or thinking it’s wrong. It just doesn’t fit into what I want for my life. I’ve seen some people around me go through pregnancy, and let me tell you, it’s an intense journey. The body changes, hormones go crazy, daily life turns upside down. Now, imagine going through all of that knowing the baby won’t even be yours? For me, it would be unthinkable.

But hold on, I’m not here to judge. Everyone knows their own life, their own choices, their own reasons. Some women do it for money, and yes, it’s a job that requires an insane level of commitment. Others do it out of love, to help friends or family who can’t have a child. Regardless of the reason, I think it’s a deeply personal decision that no one has the right to belittle.

Now, the ethical side of it… well, that’s a whole other can of worms! Because it’s impossible to ignore that, in some places, surrogacy has become a market— and a multimillion-dollar one, by the way. There are countries where the practice is highly regulated, with guaranteed rights for the woman carrying the baby and the intended parents. But in others, especially where the laws are more flexible, there are reports of exploitation. Women in vulnerable situations end up seeing surrogacy as one of the few ways to improve their lives, which raises a huge question: to what extent is this really a valid choice?

And then there’s the emotional aspect. Because, no matter how much one tries to rationalize it, the connection between a woman and the baby she carries isn’t something that can just be erased with a contract—at least, that’s what I think. Some women handle it well and move on with their lives without major issues. Others, not so much. And who am I to say which experience is more valid?

Now, about abandoning this practice in favor of “traditional methods”... Well, first of all, the very idea of a “traditional method” is already a bit outdated, don’t you think? Modern families come in so many different forms that saying there’s only one “right” way to have children is, at the very least, limiting. The world has changed, science has advanced, and possibilities have expanded. Not everyone can or wants to get pregnant, and that shouldn’t be a barrier for those who dream of having kids.

But should surrogacy be as natural a path as, let’s say, adoption? That’s another discussion. Because while some couples are willing to spend a fortune to have a biological child through surrogacy, there are thousands of children waiting for a home. We live in a world where fertility has become a business, where genetics seem to matter more than the desire to nurture and love.

At the end of the day, everyone has their own take on this issue. Personally, I would never get involved in it, neither as a surrogate nor as someone seeking one. But I understand those who see it as a way to fulfill a dream. I just think that before we romanticize or demonize the practice, we need to see it for what it really is: a complex choice that goes far beyond the simple desire to have a child.


All the content, pics and editions are of my authorship.
Written in PT-BR. Translated to EN-US using ChatGPT.
Cover: created by Canva.


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[PT]

Barriga de aluguel é um daqueles assuntos que sempre rendem discussão, né? Tem quem ache incrível, uma forma maravilhosa de ajudar quem não pode ter filhos. Tem quem torça o nariz, veja como um negócio frio e sem emoção. E tem eu, que olho pra isso e penso: "Meu Deus, eu não quero engravidar nem pra mim, imagine pra outra pessoa!". HAHAHAHAHA

A ideia de carregar uma criança por nove meses já me parece uma experiência que eu, honestamente, nunca quis viver. Não é sobre medo, nem sobre achar errado. Só não faz parte do que eu quero pra minha vida. Acompanhei algumas pessoas ao meu redor passando pela gravidez e, olha, é uma jornada intensa. O corpo muda, os hormônios enlouquecem, a rotina vira de cabeça pra baixo. Agora, imagina passar por tudo isso sabendo que aquele bebê não vai ficar com você? Pra mim, seria impensável.

Mas calma, não estou aqui pra julgar. Cada um sabe da sua vida, das suas escolhas, das suas razões. Tem mulheres que fazem isso por dinheiro, e sim, é um trabalho que exige um nível de comprometimento absurdo. Outras fazem por amor, para ajudar amigos ou familiares que não podem gerar um filho. Independente do motivo, acho que é uma decisão muito pessoal e que ninguém tem o direito de menosprezar.

Agora, a parte ética da coisa… bem, isso sim dá pano pra manga! Porque é impossível ignorar que em alguns lugares a barriga de aluguel virou um mercado – e um mercado milionário, diga-se de passagem. Existem países onde a prática é altamente regulamentada, com direitos garantidos para a mulher que gesta o bebê e para os futuros pais. Mas em outros, especialmente onde as leis são mais flexíveis, há relatos de exploração. Mulheres em situação de vulnerabilidade acabam vendo a barriga de aluguel como uma das poucas formas de melhorar a vida, o que levanta um baita questionamento: até que ponto isso é uma escolha válida?

E tem também a questão emocional. Porque, por mais que se tente racionalizar, a conexão entre uma mulher e o bebê que ela carrega não é algo que dá pra simplesmente apagar com um contrato, pelo menos, é o que eu acho. Algumas mulheres lidam bem com isso, seguem suas vidas sem grandes conflitos. Outras, nem tanto. E quem sou eu pra dizer qual dessas experiências é mais válida?

Agora, sobre abandonar essa prática em favor dos "métodos tradicionais"... Bom, primeiro que a própria ideia de "método tradicional" já é um pouco antiquada, né? A família moderna vem em tantas formas e possibilidades que dizer que só há um jeito "certo" de ter filhos é, no mínimo, limitador. O mundo mudou, a ciência avançou e as possibilidades se expandiram. Nem todo mundo pode ou quer engravidar, e isso não deveria ser um impeditivo para quem deseja ter filhos.

Mas será que a barriga de aluguel deveria ser um caminho tão natural quanto, sei lá, a adoção? Aí entra outra discussão. Porque, enquanto tem casais dispostos a gastar fortunas pra ter um filho biológico por meio de uma barriga de aluguel, existem milhares de crianças esperando por um lar. A gente vive num mundo onde a fertilidade virou um negócio, onde a genética parece pesar mais do que o desejo de criar e amar.

No fim das contas, cada um tem sua visão sobre o assunto. Eu, particularmente, nunca me envolveria com isso, nem como gestante, nem como contratante. Mas entendo quem vê nessa possibilidade uma forma de realizar um sonho. Só acho que, antes de romantizar ou demonizar a prática, é preciso encará-la pelo que ela realmente é: uma escolha complexa que vai muito além do simples desejo de ter um filho.


Todo o conteúdo, imagens e edições são de minha autoria.
Escrito em PT-BR. Traduzido para EN-US usando o ChatGPT.
Capa: criada com Canva.


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8 comments

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É interessante quando você menciona sobre cuidar por 9 meses, o vinculo afetivo existe, é algo que realmente vai impactar, só de pensar em não conviver mais com a criança deve ser algo difícil e impactante, sobre o momento na gravidez, realmente é algo que deve passar por muitas situações atípicas, como dizem "minguem esta preparado para ser pai ou mãe até que aconteça"

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!PIZZA

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Com certeza, é um processo muito intenso e cheio de camadas

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PIZZA!

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Moon is coming

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You are very correct. The connection between the carrier and the child will still remain even though the contract is no more

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Even if the contract no longer exists, the bond between the person who carried the child and the child still remains in some way — it’s something that goes beyond what's written on paper

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Personally for me too, I won't consider it, I feel its unethical, I just pray I won't have to experience that through my wife, if there is critical need for it, then I would consider a surrogate mother.

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It’s truly a very delicate decision, full of ethical and emotional implications. I hope that you and your wife never have to go through that

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thanks, darling!!

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