
I’m the kind of player who prefers it when conditions are more critical. Maybe my creative personality lets me come up with good solutions when a problem arises, but when things are too easy, I don’t really know what to do. Well, when there’s a lot of mana in a match, I have to be honest—I don’t really know what to do with so many resources, and I always feel like if I don’t use all the available mana, I’m doing something wrong.
Well, today’s battle had 91 mana available, and do you know what the first thing I did was? I looked at each element and checked which ones had the highest-cost monsters, precisely to follow my philosophy that you should spend a lot of mana. It’s a silly thing to do, but it usually works, oddly enough. I forget almost everything about strategies and just deploy most of the high-cost monsters I can find. Of course, I don’t do anything crazy and I try, in some way, to come up with a satisfactory strategy—and, well, today I tweaked that mindset a little, but not by much.
My first choices will always be the monsters with the highest mana costs, but this time I ended up finding a middle ground that let me take advantage of the abundance. Usually, stronger and more robust monsters come with a higher cost, so, logically, when opportunities arise, they should be seized. You’ll see that I did just that and still managed to try out a strategy to weaken my opponent. It was just a momentary lapse of sanity amid a sea of options, and maybe that’s why I prefer battles with limited resources. I don’t have to worry about the thousands of available options. What about you—what do you do when you have an abundance of mana?


Well, as mentioned earlier, the mana total is 91—a very large amount—and I was a bit at a loss when choosing my monsters, mainly because there are no specific rules in effect and all elements are available.

Choosing a tank is always very important, and my opponent made a good choice—a sturdy monster that also grants shields to all monsters on their team. I choose a monster that takes reduced damage when attacked by physical attackers.

For the back row, I initially opted for sturdy monsters with magic attack; monsters with these characteristics are usually more expensive in mana, and today I was able to make these choices, which is rare. After these monsters, I decided to include a monster that grants attack to monsters that lack attack, allowing me to benefit from sturdy monsters with good abilities that could still attack.

This was a pretty smooth battle. Even though I knew my opponent had many monsters with magic attacks and my tank was weak against them, the dispersion of the enemy’s attacks meant this wasn’t really a problem, and well, the battle was won with relative ease.

That was today’s battle, and I hope you enjoyed it. Thank you for reading this far and spending a little of your time with my words. See you next time!
Translated with DeepL.com (free version)


Eu sou o tipo de jogador que prefere quando as condições estĂŁo mais crĂticas. Talvez o meu perfil, de uma pessoa mais criativa, permita ter boas saĂdas quando um problema está na mesa e, quando a abundância chega, nĂŁo sei muito o que fazer. Bem, quando a quantidade de mana Ă© muito alta em uma partida, eu preciso ser sincero, nĂŁo sei muito o que fazer com tanto recurso e sempre tenho uma sensação de que, se eu nĂŁo usar toda a quantidade de mana disponĂvel, estou fazendo algo de errado.
Pois bem, a batalha de hoje tinha 91 de mana disponĂvel e sabe qual foi a primeira coisa que eu fiz? Olhar cada elemento e verificar quais tinham os monstros de maior custo, exatamente para seguir essa minha filosofia de que deve ser gasta muita mana. Coisa de idiota, mas que normalmente dá certo, por incrĂvel que pareça. Eu esqueço quase tudo sobre estratĂ©gias e apenas coloco em campo a maior parte dos monstros de alto custo que eu encontrar. Claro, nĂŁo faço nenhuma loucura e tento, de alguma forma, encontrar alguma estratĂ©gia satisfatĂłria e, bem, hoje eu mudei um pouquinho esse pensamento, mas nĂŁo muito.
As minhas primeiras opções sempre serĂŁo os monstros mais caros em mana, mas eu acabei encontrando dessa vez um meio-termo que eu pudesse usufruir da fartura. Normalmente, monstros mais fortes e mais robustos sĂŁo equilibrados com um maior custo, entĂŁo, logicamente, quando as oportunidades aparecem, elas devem ser usadas. VocĂŞ vai ver que eu fiz isso e, ainda assim, consegui experimentar uma estratĂ©gia de enfraquecimento do adversário. Foi apenas um lapso de sanidade em meio a uma gama de opções e talvez seja por isso que eu prefira batalhas de pouco recurso. NĂŁo preciso me preocupar com as milhares de opções disponĂveis. E vocĂŞ, como faz quando a quantidade de mana Ă© muito alta?


Bem, como mencionado anteriormente, a quantidade de mana Ă© de 91, uma quantidade muito grande e que fiquei um pouco perdido para escolher os meus monstros, principalmente por nĂŁo possui nenhuma regra especĂfica vigente e todos os elementos estĂŁo disponĂveis.

A escolha do tank Ă© sempre algo muito importante e meus adversário fez uma boa escolha, com uma monstro robusto e que ainda adiciona escudos a todos os monstros do seu time. Eu escolho um monstro que tem danos reduzidos ao ser ataque por monstros de ataque fĂsico.

Para a linha de trás, eu optei inicialmente por monstros robusto e de ataque mágico, monstros com essas caracterĂsticas normalmente sĂŁo mais caros em mana e hoje eu pude fazer essa escolhas que normalmente sĂŁo raro de acontecer. ApĂłs esses monstros, eu decidi colocar uma monstro que adiciona ataque a monstros que nĂŁo possuem ataque e dessa forma, eu usufrui de monstros robustos, de boas habilidades e que ainda poderiam atacar.

Essa foi uma batalha bem tranquila, mesmo sabendo que meu adversário possuĂa muitos monstros de ataque mágico e meu tank era fraco contra isso, a dispersĂŁo do ataque inimigo fez com esse nĂŁo fosse de fato um problema e bem, batalha foi vencida com certa facilidade.

Essa foi a batalha de hoje e espero que tenham gostado. Obrigado por ler até aqui e passar um pouco do seu tempo com minhas palavras. Até a próxima!

