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I took advantage of Good Friday, not to go to Mass, but to fulfill a prophecy I hadn’t yet realized: to test Fujifilm’s capabilities when it comes to capturing black and white.
I’m not a fan of shooting in color and converting to black and white. I like looking at black and white. This classic approach may have come from the origin, from the analog process.

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Although I’ve had it for a few months, I hadn’t yet taken the time to explore what the camera offers, using only Monochrome mode out of laziness.
As I mentioned earlier, I didn’t go to Mass, but I did visit a church that features some elements from the Christian season we’re currently in to explore the two film simulation modes for black-and-white photography.
Monochrome Mode, in addition to the standard setting, offers the option to choose from three filters. Yellow (Ye) slightly enhances contrast and darkens skies. Red (R) enhances contrast and darkens skies considerably. And Green (G) produces pleasing skin tones in portraits.
Acros Mode is the secret to capturing black-and-white photos with rich detail and sharpness. It also includes the three filters from the other mode—Yellow, Red, and Green—with the same effects. I explored this mode for the first time and now I won’t settle for anything else.








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Over time, this church has been known by different names that reflect its evolution: Chapel of Santo Antão dos Olivais (original 13th-century name), Convent of Santo António dos Olivais, Parish Church of Santo António dos Olivais, and Church of Olivais: the abbreviated and popular name used by the residents of Coimbra.
It was in this community that the young Fernando de Bulhões, coming from the Monastery of Santa Cruz, decided to exchange the habit of St. Augustine for that of St. Francis, adopting the name António in honor of the chapel’s patron saint (St. Anthony). Franciscan Cradle: It is considered the cradle of the Franciscan Order in Portugal and the place where St. Anthony’s mission began.


! [PORTUGUESE VERSION]
Domingo de Páscoa
Não aprecio dogmas, respeito todas as religiões mas não pratico nenhuma. Satisfaço-me em saber que todos somos uma centelha de Deus e junto-me à família para os almoços das festividades cristãs (tentando compensar as ausências enquanto adolescente outsider).
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Aproveitei a sexta-feira santa, não para ir à missa, mas para cumprir uma profecia que ainda não tinha concretizado: testar as potencialidades da Fujifilm no que respeita à captura do preto e branco.
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Não sou fã de fotografar a cores e transformar para preto e branco. Gosto de olhar a preto e branco. Este jeito clássico de ser talvez tenha vindo da origem, do processo analógico.
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Neste momento tenho uma XT-3, embora já sonhe com a XT-5 (espero que o BTC suba). Gosto de corpos de cameras clássicas, pela sua ergonomia. A Fujifilm disponibiliza setups muito curiosos para fotografar sem cor.
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Embora já a tenha a alguns meses ainda não tinha parado para explorar o que a camera disponibiliza, funcionando apenas no modo Monochrome por preguiça. Como disse anteriormente, não fui à missa, mas fui a uma igreja que tem algumas passagens da época cristã que vivemos para explorar os dois modos de simulação filme para a ausência de cor.
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O Modo Monochrome, além da configuração standard tem a possibilidade de escolher três filtros. O Amarelo (Ye), melhora ligeiramente o contraste e escurece céus. O Vermelho (R), melhora contraste e escurece céus consideravelmente. E o Verde (G), produz tons de pele agradáveis no retrato.
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O Modo Acros, é o pulo do gato na captura de fotografias a preto e branco em riqueza de detalhes com nitidez. Acresce também os três filtros do outro modo, Amarelo, Vermelho e Verde com os mesmos efeitos. Explorei então, pela primeira vez, este modo e não quero outra coisa.
As esculturas fotografadas estão em seis capelas que retratam os Passos da Paixão de Cristo, cenário central das celebrações da Semana Santa e do Tríduo Pascal da cidade, ao longo das imponentes escadarias da Igreja de Santo António dos Olivais, Coimbra - Portugal.
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Ao longo dos tempos esta igreja foi conhecida por diferentes nomes que refletem a sua evolução: Ermida de Santo Antão dos Olivais (nome original século XIII), Convento de Santo António dos Olivais, Igreja Paroquial de Santo António dos Olivais e Igreja dos Olivais: Forma abreviada e popular utilizada pelos habitantes de Coimbra.
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Foi nesta comunidade que o jovem Fernando de Bulhões, vindo do Mosteiro de Santa Cruz, decidiu trocar o hábito de Santo Agostinho pelo de São Francisco, adotando o nome de António em honra ao padroeiro da ermida (Santo Antão). Berço Franciscano: É considerada o berço da Ordem Franciscana em Portugal e o local onde começou a missão de Santo António.

